EMS Taubaté Funvic - CAMPEÃO DO BRASIL

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24 de maro de 2020
Capitão do EMS Taubaté Funvic comenta paralisação e futuro da Superliga masculina

Levantador Rapha é o atual presidente da comissão de atletas da CBV e votou pelo encerramento da competição na última quinta-feira

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) se reuniu por meio de videoconferência com os clubes da Superliga Banco do Brasil masculina de vôlei na última quinta-feira (19/03) e, após votação, foi decidido pela maioria que a competição ainda não está oficialmente encerrada.

Ficou definido que no dia 20 de abril será realizada nova reunião, também por videoconferência, reunindo os 12 clubes, a CBV e o representante da comissão de atletas, onde será novamente debatido o encerramento ou não da competição por conta do coronavírus (COVID-19).

Atleta mais antigo do elenco do EMS Taubaté Funvic, o levantador Rapha participou da reunião da última semana, e como presidente da comissão de atletas da CBV, votou pelo encerramento da Superliga, representando a vontade dos atletas.

Além dele, somente EMS Taubaté Funvic e Pacaembu/Ribeirão Preto (SP), votaram pelo encerramento da competição, opção esta que foi sugerida pela Confederação Brasileira de Vôlei.

Os outros 10 clubes votaram por adiar em mais um mês a decisão a respeito do futuro da Superliga.

“Nós respeitamos a opinião de todos os clubes, atletas e dirigentes. Mas após todos os diagnósticos de profissionais e entidades médicas, decretos governamentais etc, nós achamos que daqui um mês ainda não teremos condições de retomar as atividades. Então para que nós pudéssemos nos proteger da melhor forma, proteger nossas famílias, e toda a comunidade que trabalha com o voleibol, a comissão de atletas optou por votar em encerrar a competição. Não tendo campeão, e respeitando a classificação que estava configurada até a penúltima rodada da competição. Mas infelizmente fomos derrotados nessa votação.”, comentou Rapha.

Apesar da sugestão da própria CBV ter sido pelo encerramento do campeonato, o que foi adotado em votações nas Superligas B masculina e feminina, e na Superliga feminina, a competição masculina principal foi a única que destoou desta postura. Para Rapha, há complicações práticas que inviabilizam que o torneio seja retomado de onde parou.

“Os que votaram por manter a Superliga ainda paralisada, alegaram que era cedo para acabar, querendo ter novas expectativas para daqui um mês. O que acarreta de prejuízo para nós, atletas, é a parte de preparação física, com certeza. Aqui em Taubaté, por exemplo, por pelo menos 30 dias, por decreto municipal, nenhum ginásio ou espaço esportivo pode ser usado. Então isso inviabiliza qualquer tipo de treinamento, e gera uma incerteza geral até para que a equipe possa montar uma programação, já pensando num futuro retorno ao trabalho”, completou o capitão.

Sobre a expectativa para a próxima reunião sobre o assunto, marcada para o próximo dia 20 de abril, Rapha é destaca que “Todos, atletas e dirigentes, são muito responsáveis naquilo que fazem, e tenho certeza de que o que for votado na próxima reunião vai ser o melhor para todo mundo.”.

Fotos: Renato Antunes / Maxx Sports Brasil

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